Como fica sem Sanchez?

Volante/ meia do peixe não enfrenta o Grêmio, nesta quinta, no Pacamembu

por Guilherme Estevão, São Paulo - 6 de setembro de 2018

A melhora do Santos desde a chegada do técnico Cuca passa muitos pelo bom desempenho dos reforços que chegaram ao Peixe após a Copa do Mundo, sendo o mais destacado deles o meio campo Carlos Sanchez, de 33 anos, que para muitos deu uma nova cara para o setor que mais preocupava o torcedor santista durante a temporada, visto que vários atletas e inúmeras formações foram testadas, mas nenhuma das tentativas alcançaram o equilíbrio que a equipe alcançou atualmente.

Mesmo envolvido na polêmica eliminação do Santos da Libertadores, o uruguaio, que usa a camisa 7, caiu na graça do torcedor com seu jeito raçudo e tático de jogar. Além de ajudar na marcação, também apoia muito bem ao ataque, como foi no duelo diante do Vasco, quando deu um dos passes para Gabriel marcar. O volante também assumiu outra lacuna existente no time : as bolas paradas.

Experiente e com uma Copa no currículo, Pato Sanchez deu ao alvinegro fatores que faltaram durante toda a temporada, isto é, bom passe, arremate de fora da área, marcação e saída de bola qualificada. Vitor Bueno, Jean Mota e Vecchio, tentaram, mas não conseguiram carregar o piano para Gabriel e Rodrygo, os dois maiores talentos do Santos, brilharem, além de todos esses, individualmente falando não convenceram ninguém nas oportunidades que tiveram.

Na partida desta quinta, no Pacaembu, diante do Grêmio, o Peixe tem a dura missão de encarar um dos principais times do Brasil, desfalcado do homem que fez a equipe mudar de patamar . Derlis Gonzalez deve ser o substituto e jogar aberto pela direita, fato que deixa a equipe mais ofensiva, porém, menos equilibrada. Bryan Ruiz, Jean Mota e Renato são as outras opções, mas o paraguaio deverá ser o escolhido por Cuca.

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